AS PRINCIPAIS AGRESSÕES DOS EUA NO MUNDO Segue uma breve relação das ações das Forças Armadas e a CIA (Agência Central de Inteligência, serviço secreto) pelo mundo. Só mencionamos as ações mais conhecidas que envolveram ataques a alvos civis (não se menciona, por exemplo, a Guerra da Coréia, ou “operações” em países africanos sobre as quais pouco ou nada se sabe). Hiroshima e Nagasáqui, 1945: Os Estados Unidos praticam o maior atentado terrorista à bomba, com 170 mil mortos e dezenas de milhares feridos. Irã, 1953: Golpe da CIA depõe o primeiro-ministro iraniano Mohamed Mossadegh, que nacionalizou o complexo petrolífero anglo-americano e reinstala a sangrenta ditadura do xá Reza Palevi. Guatemala, 1954: Golpe da CIA depõe o presidente Jacobo Arbenz, por ter nacionalizado a empresa United Fruit e impulsionado a Reforma Agrária. Cuba, 1961: a CIA treinou e armou cerca de 1.500 exilados políticos cubanos que viviam em Miami para invadir a Baía dos Porcos. Fiasco total. Aplicaram também o bloqueio econômico, colocando em prática toda a sua experiência de “Democracia e Liberdade” controlando e punindo todos que se aventurarem a desobedecer as ordens do tio Sam. Brasil, 1964: A CIA participa ativamente da conspiração que desembocou no golpe e instauração da ditadura militar, 31 de março. República Dominicana, 1965: a CIA conduz Joaquim Balaguer à presidência, consumando um golpe que depôs o presidente eleito Juan Bosh. Indonésia, 1966: com apoio da CIA, o general Suharto desfecha um golpe para depor o presidente Sukarno. Morrem 600 mil civis. Vietnã, anos 60-70: os EUA despejam milhares de toneladas de bomba sobre as populações do Vietnã e Indochina (2,5 milhões de mortos), Camboja (600 mil) e Laos (350 mil). Bangladesh, 1971: usando armas fornecidas pelos Estados Unidos, o general Lahia Khan derruba o governo eleito e massacra 500 mil civis. Chile, 1973: golpe da CIA depõe Salvador Allende, assassinando o general René Schneider e o chanceler Orlando Latelier, empossa o general Augusto Pinochet. Timor Leste, 1975: com a “benção” de Henry Kissinger, Suharto ocupa o país, recém independente de Portugal. Morrem 200 mil civis. Argentina, 1976: golpe desfechado pelo general Jorge Rafael Videla, com apoio da CIA, institui a ditadura responsável pelo “desaparecimento” de 30 mil pessoas. Nicarágua, anos 80: a CIA pratica sabotagem contra sandinistas, incluindo a instalação de minas em portos marítimos. Em 1986, o “escândalo Irã-Contras” revela o vínculo entre a CIA, narcotraficantes e o Irã. América Central, anos 80: o Comando Sul do Exército dos EUA treina soldados e “agentes” especializados em espionagem e tortura para atuar em El Salvador, Guatemala, Honduras e Granada. Líbano, 1982-1984: protegidos por bombardeios da Marinha contra a população civil, tropas de elite (Marines) atacam a OLP. Líbia, 1986: EUA bombardeiam a residência do presidente Moamar Gadafi, matando sua filha caçula. Panamá, 1989: EUA invadem o país, matam mais de 2 mil soldados e civis, depõem e prendem Noriega, ex-colaborador da CIA. Iraque, 1991: mais de 130 mil civis são assassinados na Guerra do Golfo. Sudão, 1998: EUA atacam planta farmacêutica; milhares de civis morrem. Iraque, 1998: EUA bombardeiam áreas industriais. Iugoslávia, 1999: aviões da Otan bombardeiam áreas urbanas. Morrem milhares de civis. Aviões americanos bombardeiam embaixada da China. Colômbia, 2000: Marines e “assessores especiais” dos EUA iniciam o plano Colômbia, que inclui o bombardeamento da floresta com um fungo transgênico (o “gás verde”). Afeganistão, 2001: ..... Venezuela, 2002: Golpe da CIA colocando no poder Pedro Carmona, mas eles subestimaram a força do povo Venezuelano que após 24h, recolocou o Presidente Hugo Chávez no poder. Em 2004, o próprio Chávez convocou um referendo para legitimar o seu cargo de Presidente da República. Como não poderia ser diferente, Hugo Chávez se manteve no poder. Iraque, 2003: ...... Fonte:www.antiEUA.net Livro: “Poesias Contra o Império” – Autor: Carlos Pronzato EUA: PROJETO DE MILITARIZAÇÃO DA AMÉRICA-LATINA Após os atentados de 11 de setembro 2001, o presidente Bush ganhou o impulso necessário, com a alegação da “Guerra ao Terror”, para de fato intensificar sua política imperialista. Buscando satisfazer o interesse dos grandes empresários e garantir o controle econômico e, principalmente, dos recursos naturais da América-Latina (Petróleo, Biodiversidade e ÁGUA), os EUA buscam a intensificação de bases militares no Equador, Colômbia, Peru, Aruba, Curaçao, El Salvador, Porto Rico (Vieques), Cuba (Guantánamo), Honduras (Soto de Cano) e mais recentemente (2005) no Paraguai (Onde se encontram 400 Marines, alegando estarem combatendo atividades terroristas na Tríplice Fronteira). Para fechar o cerco, os estadunidenses ainda pretendem construir bases militares na Argentina e controlar a base de Alcântara, no Brasil. Fonte: www.carosamigos.com.br
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